Cine Arte Paju exibirá filmes de graça sobre a vida do mestre Graça

Nessa próxima semana, o Centro Cultural Arte Pajuçara entrará nas comemorações que marcam os 200 anos de emancipação política de Alagoas. Nos dias 27, 28 e 29 terá a exibição de filmes que mostram a vida de Graciliano Ramos e com entrada gratuita, sempre às 20h. Confere aí os filmes:

27 de março: Memória do Cárcere
28 de março: Vidas Secas
29 de março: São Bernardo

Sinopses e informações adicionais sobre os filmes

Memória do Cárcere

Na década de 1930, o escritor Graciliano Ramos (Carlos Vereza) é preso acusado de ligações com o Partido Comunista. Capturado em Alagoas, onde era servidor público e levava uma pacata vida, ele dá entrada no presídio de Ilha Grande, no Rio de Janeiro, em 3 de março de 1936, sem sequer passar por um julgamento. Em meio a atritos de ordem política e pessoal, crueldade, insalubridade, fome e os mais diversos tipos de criminosos – de ladrões de galinha a guerrilheiros -, ele escreve.

Em novembro de 2015 o filme entrou na lista feita pela Associação Brasileira de Críticos de Cinema (Abraccine) dos 100 melhores filmes brasileiros de todos os tempos.

Vidas Secas

Uma família miserável tenta escapar da seca no sertão nordestino. Fabiano (Átila Iório), Sinhá Vitória (Maria Ribeiro), seus dois filhos e a cachorra Baleia vagam sem destino e já quase sem esperanças pelos confins do interior, sobrevivendo às forças da natureza e à crueldade dos homens. Adaptação da obra de Graciliano Ramos.

Foi o único filme brasileiro a ser indicado pelo British Film Institute como uma das 360 obras fundamentais em uma cinemateca.

São Bernardo

Paulo Honório (Othon Bastos), um sertanejo de origem pobre que, em uma empreitada financeira, se torna dono da decadente fazenda de São Bernardo em Viçosa, Alagoas. Determinado a fazer fortuna e ascender socialmente ele recupera a fazenda, consegue entrar para a economia rural e casa-se com a professora da cidade, Madalena (Isabel Ribeiro). Os problemas começam quando as diferenças de Paulo e sua esposa se acentuam.

O filme recebeu vários prêmios em festivais, entre eles o de melhor ator para Othon Bastos no Festival de Gramado, e ganhou o Prêmio Air France de 1973 como melhor filme, diretor (Leon Hirszman), ator (Othon Bastos) e atriz (Isabel Ribeiro), além do Coruja de Ouro de melhor diretor e atriz coadjuvante (Vanda Lacerda).


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